
A ACP, Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública, realizou neste sábado (7), na ACP Casa Park’s, a III Feira Arte Mulher, reunindo educadoras, autoridades, artistas e a comunidade em um grande momento de valorização do protagonismo feminino, da cultura e da economia criativa. Realizada no mês em que se marca o Dia Internacional da Mulher, a feira reafirma o compromisso do sindicato com a valorização das mulheres educadoras, criando um espaço de visibilidade para seus talentos, saberes e produções artesanais.
Nesta edição, 50 educadoras participaram como expositoras, apresentando produtos artesanais, trabalhos artísticos, gastronomia e diversas produções criativas desenvolvidas por mulheres da categoria. A abertura do evento contou com a presença de diversas autoridades que destacaram, em suas falas, a importância da luta das mulheres por direitos, respeito e igualdade. Estiveram presentes Fátima Silva, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Onivan Matos, vice-presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (FETEMS), além dos deputados estaduais Paulo Duarte e Pedro Kemp, e do deputado federal Vander Loubet.
Pela direção da ACP participaram o presidente Gilvano Bronzoni, a vice-presidenta Josefa Silva, além das diretoras Sueleid Benevides, Tânia Ferraciolli e Leda Nubiato, que reforçaram a importância de iniciativas que valorizem as mulheres educadoras e ampliem os espaços de reconhecimento, expressão e autonomia. Para o presidente da ACP, Gilvano Bronzoni, a feira representa um momento de celebração, mas também de reconhecimento do papel das mulheres situs slot88 na educação e na sociedade. “Quando a ACP abre suas portas para a Feira Arte Mulher, estamos fazendo muito mais do que promover um evento cultural. Estamos afirmando que as mulheres educadoras têm talento, criatividade, voz e protagonismo. Valorizar essas produções é também reconhecer a força das mulheres que constroem todos os dias a educação pública e que seguem lutando por respeito, igualdade e por uma sociedade sem violência”, destacou.
A vice-presidenta da ACP, Josefa Silva, também ressaltou a potência das mulheres educadoras e a importância de criar espaços de visibilidade para seus talentos. “A presença de tantas mulheres expondo seus trabalhos mostra a força que existe dentro da nossa categoria. A Feira Arte Mulher é um espaço de valorização, mas também de encontro, de fortalecimento e de reconhecimento das mulheres que transformam suas histórias, suas habilidades e sua criatividade em arte, cultura e autonomia”, afirmou.
A presidenta da CNTE, Fátima Silva destacou o caráter político e histórico do mês de março e a importância da organização das mulheres. “O 8 de março é uma data de luta, uma data política. E ver um sindicato como a ACP criando espaços que valorizam as mulheres educadoras é fundamental. As mulheres são maioria na educação pública brasileira e também estão na linha de frente das lutas por direitos, por democracia e por uma sociedade mais justa e igualitária”, pontuou.
Já a diretora da Secretaria Social e Cultural da ACP, Sueleid Benevides, ressaltou que a feira nasceu com o objetivo de dar visibilidade às múltiplas habilidades das educadoras. “A Feira Arte Mulher nasce justamente desse desejo de criar um espaço de visibilidade para as mulheres educadoras. Muitas delas carregam talentos incríveis que, muitas vezes, ficam invisíveis no cotidiano. Aqui nós celebramos essas habilidades, fortalecemos a economia criativa e mostramos que a arte também é uma forma de resistência e de expressão das mulheres”, afirmou.
Além da feira de exposições, a programação também contou com momentos culturais que emocionaram o público presente, como a apresentação de dança das aposentadas da ACP e a participação do Coral da ACP, reforçando a arte e a cultura como instrumentos de expressão, encontro e celebração. Mais do que um evento, a III Feira Arte Mulher reafirma o compromisso da ACP com a valorização das mulheres educadoras e com a construção de espaços que fortaleçam o reconhecimento, a autonomia e a participação das mulheres na vida social, cultural e política.
Em um mês marcado pela reflexão e pela luta por direitos, a feira se consolida como um momento de encontro, troca de experiências e celebração da força, da criatividade e da resistência das mulheres que constroem diariamente a educação pública e seguem transformando a sociedade com seu trabalho, sua arte e sua coragem.




















