ACP marca presença na Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília e reforça defesa da educação pública durante a 27ª Semana Nacional


Em meio à mobilização nacional que marca a 27ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, representantes da ACP, da Fetems e demais sindicatos de MS, estão em Brasília participando da Marcha da Classe Trabalhadora, fortalecendo a luta coletiva por direitos e pela valorização dos profissionais da educação pública. A presença da delegação Campo-Grandense na capital federal reafirma o compromisso histórico do Sindicato com a defesa intransigente de uma educação pública, gratuita, democrática e de qualidade, além da valorização do trabalho em todas as suas dimensões.

Ao lado de trabalhadores e trabalhadoras de diferentes setores, a ACP soma forças em um movimento que ultrapassa categorias e se consolida como uma pauta de toda a sociedade brasileira. Para o diretor da Secretaria Geral da ACP, Renato Pires, a participação na mobilização nacional representa um ato de resistência e reafirmação de princípios. “Mais uma vez estamos aqui em Brasília, na Marcha da Classe Trabalhadora, no meio da vigésima sétima semana em defesa e promoção da educação pública, junto com todos os trabalhadores do setor público e privado, da zona urbana e da zona rural, defendendo a valorização do trabalho e uma educação pública, gratuita, democrática e de qualidade”, destacou.

A agenda integra um conjunto de ações articuladas nacionalmente, em parceria com entidades representativas da educação e do movimento sindical, que têm como objetivo ampliar o debate público, pressionar por políticas efetivas e garantir avanços concretos para a categoria. Nesse cenário, a atuação da ACP se consolida com competência, seriedade, força e firmeza, levando para o centro das discussões as demandas dos trabalhadores da educação de Campo Grande.

Mais do que presença, a participação na marcha representa o posicionamento ativo da ACP na construção de um projeto de país que reconheça a educação como direito fundamental e condição indispensável para o desenvolvimento social. Em Brasília, a voz dos educadores ecoa como resistência, mas também como esperança de transformação.

Assessoria de Imprensa/Marithê do Céu