ACP participa de ato pelo fim da violência contra as mulheres em Campo Grande

Representantes da ACP, Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública, participaram na manhã de sábado (7) de um ato público no centro de Campo Grande em defesa da vida das mulheres e pelo fim da violência de gênero. A mobilização aconteceu no cruzamento das ruas 14 de Julho e Barão do Rio Branco e reuniu manifestantes, movimentos sociais e organizações com cartazes e palavras de ordem contra o feminicídio.

O presidente da ACP, Gilvano Bronzoni, esteve presente ao lado de diretores e diretoras do sindicato, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência de gênero. Segundo Gilvano, a luta contra a violência precisa ser permanente e envolver toda a sociedade.

“O Dia Internacional da Mulher pode ter passado no calendário, mas a luta pelo fim da violência contra as mulheres precisa ser permanente e latente na nossa sociedade. Não podemos aceitar que mulheres continuem perdendo suas vidas para a violência. É responsabilidade de todos nós, homens, mulheres, instituições e poder público, enfrentar essa realidade e construir um país onde as mulheres possam viver com dignidade, respeito e segurança.”

A vice-presidenta da ACP, Josefa Silva, também destacou que a mobilização reforça o caráter político do mês de março e a importância de denunciar as violências que ainda atingem milhares de mulheres no país. “Não é um dia apenas de receber flores. É um dia de denunciar todas as violações que as mulheres ainda sofrem. Precisamos falar sobre feminicídio, sobre violência doméstica e sobre as desigualdades que colocam tantas mulheres em situação de vulnerabilidade. Só com mobilização, denúncia e organização coletiva vamos conseguir enfrentar essa realidade.”

A participação da ACP no ato reafirma o compromisso do sindicato com a defesa dos direitos humanos e com a construção de uma sociedade mais justa, onde as mulheres possam viver livres da violência. A mobilização também reforçou que o Dia Internacional da Mulher é, sobretudo, uma data de luta, memória e resistência.

Assessoria de Imprensa/ Marithê do Céu

Fotos: Rebecca Damaceno