
Com faixas erguidas, vozes firmes e o compromisso histórico de defender a classe trabalhadora, a diretoria da ACP, junto de professoras, professores, aposentadas, aposentados e filiados do Sindicato, participou da Marcha da Classe Trabalhadora de Mato Grosso do Sul, realizada em Campo Grande, em mobilização que reuniu diversas categorias em defesa de direitos, valorização profissional e justiça social.
A marcha, organizada pela FETEMS e movimentos sociais, aconteceu às vésperas do 1º de Maio e levou às ruas pautas urgentes da classe trabalhadora, como o fim da escala 6×1, combate à terceirização, realização de concursos públicos, valorização do serviço público e o fim do confisco de 14% sobre os salários dos aposentados.
Para a ACP, participar da mobilização é reafirmar que nenhuma conquista acontece sem organização coletiva, unidade e luta permanente. O presidente da ACP, professor Gilvano Bronzoni, destacou que a presença do Sindicato nas ruas representa a defesa intransigente da educação pública e dos trabalhadores que sustentam diariamente os serviços essenciais do país. “A educação pública não está separada da luta da classe trabalhadora. Quando defendemos valorização profissional, concurso público, carreira, aposentadoria digna e direitos, estamos defendendo um projeto de sociedade mais justo. A ACP sempre esteve ao lado dos trabalhadores e trabalhadoras, porque entendemos que é a mobilização popular que transforma a realidade”, afirmou.
A marcha também foi marcada pela forte presença das aposentadas da ACP, que seguem mobilizadas contra o desconto previdenciário de 14%, pauta que se tornou símbolo da resistência dos profissionais que dedicaram a vida inteira à educação pública. A professora aposentada Madalena Pereira participou do ato e reforçou que a luta pelo fim do confisco é uma luta por respeito e dignidade. “Nós trabalhamos uma vida inteira pela educação pública. Não é justo que, depois da aposentadoria, continuem retirando parte do que é nosso por direito. Seguiremos lutando até o fim desse confisco, porque aposentadoria precisa ser sinônimo de dignidade e não de punição”, declarou.
Ao lado de trabalhadores da cidade e do campo, movimentos populares, juventude, mulheres, povos indígenas e representantes de diversas categorias, a ACP reafirmou seu compromisso histórico com a democracia, com os direitos sociais e com a valorização da educação pública. Mais do que um ato político, a Marcha da Classe Trabalhadora transformou as ruas de Campo Grande em um espaço de resistência coletiva, onde diferentes vozes se uniram para lembrar que nenhum direito foi conquistado sem luta e que nenhum direito será mantido sem mobilização.
A ACP segue firme, nas escolas, nas ruas e em todos os espaços de debate, defendendo a educação pública, os profissionais da educação e a dignidade da classe trabalhadora.
Assessoria de Imprensa/ Marithê do Céu























