Diário de greve: um mês em luta pelo cumprimento da lei do piso

         Completando um mês nesta quinta-feira (25), a greve dos professores da Rede Municipal de Ensino se espalhou pela cidade e é assunto em boa parte das rodas de amigos e grupos familiares. Para esclarecer ainda mais os motivos que os mantêm paralisados, os professores fazem panfletagem e dialogam com a população em diversos pontos de Campo Grande.
         Os atos estão nas saídas para Sidrolândia (Posto Imbirussu), Aquidauana (Duque de Caixas em frente ao CMO), Cuiabá (Terminal Coronel Antonino), São Paulo (UFMS) e Três Lagoas. Além desses novos pontos, o movimento se mantém no cruzamento da Av. Afonso Pena e rua 25 de Dezembro, em frente à prefeitura.
         Outra ação é feita em conjunto com os servidores da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) em protesto na Praça do Rádio Clube.
         Desde o início da greve, em 25 de maio os professores fazem uma única cobrança: o cumprimento da lei municipal 5.411/14 – Lei do Piso Municipal. Depois de várias tentativas de acordo com a prefeitura, sem sucesso, o grupo do magistério mostrou capacidade de flexibilizar e sinalizou ao Poder Executivo que aceita parcela o percentual de 13,01 em até 10 vezes.
         A categoria aguarda agora a resposta do chefe de gabinete do prefeito, Paulo de Matos que ficou de apresentar uma nova proposta até sexta-feira (26), quando a categoria tem nova assembleia geral extraordinária, as 9h.