ACP sai em caravana e delegação participa de vigília em Brasília contra a Reforma da Previdência

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convoca todos os trabalhadores para uma vigília em Brasília contra a Reforma da Previdência. A expectativa é que o texto da Reforma da Previdência seja levado a plenário nessa semana. A orientação para a categoria é para que todos estejam mobilizados entre os dias 09 (terça-feira) e 10/07 (quarta-feira).

A ACP realizou Assembleia Geral Extraordinária na manhã desta terça-feira (09), e 35 delegados foram eleitos para integrar a delegação de Campo Grande na vigília em Brasília. A caravana sairá às 17h, ainda nesta terça-feira. “Ir para Brasília agora significa que participamos da luta sempre, contra a retirada de direitos e em defesa da educação e da classe trabalhadora. Desde que essa gestão assumiu, em 2015, nós fizemos todos os embates, ações, greves, caravanas contra essa onda de retirada de direitos que já nos precarizou com a PEC do Teto de Gastos, a Reforma Trabalhista, e agora, querem acabar com a nossa aposentadoria. Nós vamos com o espírito de luta que sempre esteve entre os filiados da ACP. Vamos fazer a nossa parte e ir com esperança de barrar essa ‘deforma’ que pode levar ao fim da previdência”, afirmou a vice-presidente da ACP, professora Zélia Aguiar.

O presidente da CNTE, Heleno Araújo, reforça que as mudanças na regra da aposentadoria prejudicam o trabalhador em educação. “Nós trabalhadores em educação não aceitamos nenhuma alteração nos critérios da aposentadoria que nós temos hoje. Esses critérios já foram alterados em 1998, depois em 2003, e está no limite e as condições de trabalho”, enfatiza.

Como o lema “Pressionar sem parar”, a ideia é que caravanas venham a Brasília, mantendo-se em vigília em frente ao Congresso Nacional. A intenção é instalar um telão no gramado para que se acompanhe o “filme de terror” transmitido desde o plenário da Câmara Federal. “Nós vamos continuar atuando contra esse relatório. A CNTE e as centrais sindicais também estão mobilizadas”, completou o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

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